Saudações Visitante!  / Criar uma Conta!
Guest Join UsSaudações Visitante!
Bem vindo! Junte-se ao #FórumPolitz! Nossa comunidade é para discutir política, democracia, cidadania, ideologias, leis, direitos, religião e muito mais!
É o primeiro e único Fórum temático do Brasil!
Ambiente totalmente livre!
Exerça plenamente sua liberdade de expressão!
Não existe censura aqui!
Exclusivo sistema de curtidas e de reputações!
Livre-se das redes sociais tradicionais, o nosso foco é o conteúdo!
É tudo de graça!
Está eperando o que? Aproveite! ou Criar uma Conta!


Seja muito bem vindo Visitante! Aproveite para se registrar e participe de todas as discussões do Fórum! É DE GRAÇA!
Se você já é registrado, por favor, faça o login e aproveite o nosso Fórum!

O POLITZ TAMBÉM ESTÁ NAS REDES SOCIAIS! SIGA-NOS:
| Twitter: @SejaPolitz | Instagram: @SejaPolitz |

O #FórumPolitz foi atualizado para a última versão. Caso encontrem bugs, por favor, avisem na seção de Feedback ou use a ferramenta: CONTATE-NOS
  As Ilegalidades da Prisão de Lula
User Avatar Fórum: Direito, Leis e República
Postado por: Lu Hsun - 12-04-2018, 12:10 PM - Sem Respostas

resim


Criminoso prende o inocente e STF deixa de aplicar regra constitucional de direitos e garantias individuais: a inversão do direito em cenas de realismo fantástico

O caso Moro versus Lula é um gritante caso de inversão do direito.

Quem é o criminoso confesso? Moro. Por quê?

Ao interceptar e divulgar conversa telefônica entre a então Presidenta da República Dilma Rousseff e o ex-Presidente Lula, em desrespeito à prerrogativa de foro dela, o Juiz Sérgio Moro ignorou o art. 10 da Lei 9.296, de 24 de julho de 1996:
"Art. 10. Constitui crime realizar interceptação de comunicações telefônicas, de informática ou telemática, ou quebrar segredo da Justiça, sem autorização judicial ou com objetivos não autorizados em lei.
Pena: reclusão, de dois a quatro anos, e multa."

Moro não tinha autoridade judicial para interceptar a referida conversa. A respeito desse dispositivo legal, não se pode alegar o mero descuido do juiz Sérgio Moro. A má fé e o caráter doloso ficam patentes na sua decisão de publicar as conversas telefônicas entre o ex-Presidente Lula e a então Presidenta Dilma Rousseff, após estar plenamente informado da situação. Ademais, ele tentou justificar a própria conduta de interceptar e publicar as conversas telefônicas envolvendo a então Presidenta, ao rever, um dia depois, em decisão de 17 de março de 2016, o ato em que determinara a suspensão das interceptações.

Além disso, atuou no processo referente ao imóvel de Guarujá, até o fim, contra o art. 36 da Lei Complementar nº 35/1979 (Lei Orgânica da Magistratura Nacional):
"Art. 36 - É vedado ao magistrado:
III - manifestar, por qualquer meio de comunicação, opinião sobre processo pendente de julgamento, seu ou de outrem, ou juízo depreciativo sobre despachos, votos ou sentenças, de órgãos judiciais, ressalvada a crítica nos autos e em obras técnicas ou no exercício do magistério."

O juiz Sérgio Moro foi useiro e vezeiro em se manifestar sobre os processos referentes ao ex-Presidente Lula antes do julgamento, demonstrando sua clara inclinação para a condenação. Participou, por exemplo, como homenageado da estreia festiva de filme em que se atribuía ao ex-Presidente os crimes de que era acusado nos referidos processos. Nesse sentido, havia suspeição para julgar, nos termos do art. 145 do Código de Processo Civil, pois ele se apresentou como juiz "interessado no julgamento do processo em favor de qualquer das partes". Portanto, todo o processo concernente ao imóvel de Guarujá deveria ser anulado ou considerado nulo. A defesa arguiu a suspeição, mas seus argumentos consistentes não foram aceitos em nenhuma das instâncias.

Quem é inocente? Lula. Por quê?

A inocência de Lula decorre não somente da constatação de que não houve provas contra ele, apenas suspeitas e convicções. É evidente que os fatos alegados não poderiam configurar corrupção passiva, pois ocorreram depois que deixara o cargo e não foi definido o ato de ofício que teria praticado ou não praticado, ou cuja prática ou omissão teria sido prometida durante o seu mandato ou antes, para fins da vantagem solicitada ou recebida. Nos dizeres da sentença do juiz, houve apenas “atos indeterminados”.

Para coroar esse processo político de perseguição ao ex-Presidente Lula, o STF decidiu manifestamente contra a Constituição, não aplicando a regra clara que prescreve: "ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória" (art. 5º, inciso LVII, da Constituição Federal). Tratava-se de um “caso fácil”, mas o STF se embananou em argumentar como se fosse um “caso difícil”, que exigiria razões no plano dos princípios. Parafraseando Manuel Bandeira, os Ministros “macaquearam a sintaxe” jurídica alemã e estadunidense. Com vagos e abusivos argumentos de princípios afastou-se uma regra de direitos e garantias individuais que não suscita controvérsias. O julgamento inicia-se com a inapropriada citação de decisões da Corte Interamericana de Direitos Humanos por parte do relator Edson Fachin, como se Lula estivesse sendo julgado como violador de direitos humanos. Culmina com o voto absurdo da ministra Rosa Weber, que se manifestou contra o seu próprio entendimento por “respeito” ao colegiado (imaginemos se se tratasse da execução de uma pena de morte: respeitaria a ministra o colegiado contra a regra constitucional e sua própria convicção em questão de direito?). Entre banalidades e artimanhas esdrúxulas, no meio de rasgos de oligofrenia, pequenez e despudor jurídicos, a sessão do STF, em 4 de abril de 2018, seguida da ordem precipitada e inconstitucional de prisão de Lula por Moro, não foi apenas um teatro de absurdos, mas sobretudo uma expressão grotesca de realismo fantástico, que seria bem narrada pelo imortal Gabriel García Márquez.

Fonte: https://jornalggn.com.br/noticia/crimino...celo-neves




Prisão cheia de ilegalidades esta do Lula, a meu ver.  A Constituição diz claramente que ninguém pode ser considerado culpado antes de condenação em última instância.  Mas, mesmo que a prisão em segunda instância fosse legal, a ordem de prisão emitida pelo Moro foi feita antes do término do julgamento no próprio TRF-4.  Além de todo o caso em si ter sido baseado num triplex que provavelmente nunca sequer foi usado. O que nem importa tanto assim de qualquer forma, dado que o Lula já não era mais político na época.  E pior: mesmo que o Lula fosse político, seria necessário haver alguma prova para a condenação, o que também não houve.  Considero esta história toda como um caso claro de uso do poder Judiciário para fins de perseguição política.

O Sérgio Moro está muito longe de ser um juiz imparcial, e não creio que a perseguição ao PT vá parar por aí.  Aliás, a direita tem ficado cada vez mais extremista ultimamente.  Basta ver os tiros que foram dados no ônibus da caravana do Lula no Sul, e a morte da vereadora Marielle e de um assessor de outro vereador no Rio de Janeiro, que provavelmente tiveram envolvimento da polícia ou de grupos paramilitares.  No dia do julgamento do Habeas Corpus do Lula no Supremo, alguns militares fizeram ameaças de intervenção do Exército pelo Twitter. E por aí vai.

Achei interessante este voto do Ministro Ricardo Lewandowski.

Imprimir este item

  Fórum da OuterSpace hackeado?
User Avatar Fórum: Vale Tudo
Postado por: Palhano - 02-04-2018, 11:03 AM - Respostas (1)

Fala pessoal,

Como sabem, também sou usuário do Fórum OuterSpace, praticamente desde que o Fórum lá foi lançado.

Acesso lá constantemente e tenho um respeito enorme pelos usuários, bem como os administradores.

Hoje para minha surpresa, percebi que tanto o site como o Fórum foram hackeados por algum grupo que provavelmente tem muito tempo livre.

Ambos os links estão com uma página de defaced:

http://www.outerspace.com.br
http://forum.outerspace.com.br/

É uma pena que isso tenha acontecido... Só espero que o cebolão tenha backups de todo o seu sistema, inclusive do fórum.

Imagine se os hackers deletaram todo o banco de dados deles? Imagino o desespero que deve dar.

Enfim, se cuidem pessoal.

Imprimir este item

  A Série 'O Mecanismo' e o Alinhamento Ideológico da Netflix
User Avatar Fórum: Discussão Geral
Postado por: Lu Hsun - 01-04-2018, 06:12 PM - Sem Respostas

resim

O drama da semana é o “protesto-boicote” da ralé progressista de sempre, dessa vez dirigido contra a Netflix, sob a justificativa de que a recém-lançada série “O Mecanismo” difamava o “Messias” da esquerda liberal brasileira, Lula. Sem entrar no mérito do conteúdo da série em questão é curioso notar a “descoberta” de que a Netflix seria um espaço ideologizado.

Hordas enfurecidas de frequentadores do Starbucks estão agora planejando inúmeros “lacres” para expressar toda sua indignação contra essa “traição” da Netflix.

Isso nos deixa questionando se essas pessoas conheceram a Netflix há menos de 1 mês. Ou se essas pessoas realmente assinam a Netflix. Porque para a maioria das pessoas é evidente, há anos, que a Netflix está ideologicamente enviesada e é parte de uma guerra cultural e midiática.

Já está na hora de compreender que “neutralidade” é algo que não existe. Tudo e todos estão envolvidos de alguma forma nas guerras culturais de nossa época, conscientemente ou não. A Netflix nunca foi diferente e não é exceção. Ademais, ao que tudo indica a Netflix é claramente consistente em seu enviesamento ideológico, que é claramente pós-liberal e progressista.

Ou seja, não se trata de um mero comportamento empresarial oportunista querendo lucrar com modas do momento, mas de um compromisso específico com uma cosmovisão, a pós-liberal. Um compromisso que, de forma demonstrada, às vezes até passa por cima dos interesses materiais da empresa.

O Oscar deste ano, que foi também o mais ideológico da história, contou com a presença de dois “documentários” da Netflix. “White Helmets” e “Icarus”.

“White Helmets” é um “documentário” que exalta o papel de uma organização que comprovadamente é parte da rede e organizações do “Exército Livre da Síria”, cuja principal organização é a Al-Qaeda, mas que conta também com outros baluartes da “liberdade” como Ahrar al-Sham ou Jaysh al-Islam, todos eles grupos terroristas salafistas e wahhabis. Um documentário que exalta terroristas assassinos de crianças ganhou um Oscar.

“Icarus” é outro “documentário” da Netflix. Dessa vez um que expõe o suposto esquema estatal russo de doping. O documentário faz parte das ferramentas de propaganda de guerra anti-russa que agora são onipresentes na mídia de massa.

Mas há vários outros exemplos. “Winter on Fire” foi um documentário sobre o “Euromaidan”, o golpe financiado por países e ONGs ocidentais com o objetivo de trocar a liderança ucraniana por uma que fosse mais simpática ao Ocidente.

“Dear White People” foi uma série que, sob a desculpa esfarrapada de lidar com “racismo” e “autoafirmação negra”, se provou mais um elemento de fortalecimento de antagonismos raciais. “Sense8” basicamente poderia ser resumida como uma produção de propaganda da ideologia de gênero.

A Netflix tem ainda produções dedicadas à propaganda anticoreana, à propaganda a favor da legalização da maconha, produção progressista pseudocientífica posando de programa científico e, de modo geral, programas dedicados a todas as pautas liberais da pós-modernidade.

Não é mera questão empresarial. Boa parte dessas produções mais abertamente ideológicas são rechaçadas pelo público. Não obstante, as que são seriais raramente são canceladas, apesar da rejeição.

E todas essas e outras produções da Netflix são infinitamente mais ideológicas, nefastas e socialmente prejudiciais do que uma série semi-humorística que coloca na boca do Lula falas de outras pessoas e que é claramente ficcional. Não obstante, a “Zona Sul” da militância esquerdista brasileira está agora indignada após a “descoberta” de que a Netflix não é um espaço neutro.

O infantilismo esquerdista liberal nunca decepciona.

Fonte: http://novaresistencia.org/2018/03/27/a-...deologico/




Achei interessante o artigo, e também me incomodo muito com o viés ideológico presente nestas séries e filmes.  Eu lembro que uma vez estava assistindo um filme do Rocky, acho que era o IV, não lembro mais direito.  E o oponente do Rocky era russo.  Acho que foi a partir dali que eu percebi que em todo filme de Hollywood, os vilões nunca são aleatórios, eles sempre costumam ser dos mesmos países.  As séries da Netflix seguem a lógica do Partido Democrata, basicamente: uma pauta "progressista", e ao mesmo tempo falando mal de países comunistas, da Rússia, ou de qualquer outro que porventura não esteja alinhado com os interesses dos EUA no momento.

O diretor do Mecanismo, José Padilha, atualmente não mora mais no Brasil, se mudou para Los Angeles...  Não cheguei a assistir a série (e nem vou assistir), mas se for igual aquele filme A Lei É Para Todos, então deve ser pura propaganda da Lava Jato.  E a direita, que vivia falando mal da Netflix, agora começou a defendê-la.

Imagino que seja exatamente isto: uma série que se finge de imparcial, enquanto defende um discurso "contra todos os políticos" (mas pró-Bolsonaro), e insinuando uma mensagem de que a única maneira de acabar com a corrupção é instalando uma nova ditadura militar, com o apoio do Judiciário e da polícia.

Imprimir este item

  [+REVIEW +GAMES] - Railway Empire
User Avatar Fórum: Eletrônicos, Computadores, Tablets e Celulares
Postado por: Palhano - 30-01-2018, 12:17 AM - Sem Respostas

resim
Railway Empire
Análise


FICHA TÉCNICA:
Steam: http://store.steampowered.com/app/503940/Railway_Empire/
Site Oficial: http://blog.kalypsomedia.com/en/category/games/railwayempire/
Gênero: Casual, Estratégia, Gerenciamento.
Dificuldade: Baixa.
Curva de Dificuldade: Baixa.
Fator de Replay: Possivelmente baixa-média.
Possibilidade de Expansões/DLCs: Alta.
Jogadores: Singleplayer, sem multiplayer.

Olá pessoal, aqui é o Palhano trazendo para vocês mais uma análise.

Dessa vez, é o famoso e hypado Railway Empire, um jogo de estratégia que relembra os velhos clássicos do passado como Railroad Tycoon 2, Railroads! do Sid Meier entre outros. Como jogador veterano do estilo, especialmente jogos de gerenciamento, estratégia, tycoons e outros, posso afirmar que o Railway Empire assemelha-se mais ao Railroads! ou até o Railroad Tycoon 3. Confesso que estava esperando muito mais do Railway Empire, mas me decepcionei. Meu hype despencou após ter jogado o beta inteiro e partido para a versão final.

O Railroad Tycoon 2, em especial o Gold (que adicionou o micro-gerenciamento para diversas coisas), era um jogo com uma complexidade que eu adorava. Foi um tremendo sucesso e vendeu milhares de cópias. Porém, o tempo não decepcionou e muitos reclamaram da dificuldade do produto. Ora, desde o 2 ele já oferecia um complexo controle das ferrovias, várias opções, tipos de pontes diferentes, tipos de trilho, gerenciamento das estações, diversas opções de atualização entre outros. A geração mimimi também chegou junto nos jogos de estratégia e foi lançado o Railroad Tycoon 3, de forma que tentaram facilitar mais as complexidades que existiam no segundo. Também foi um sucesso mas para os fãs, ainda ficou um gostinho de quero mais.

Acredito que enquanto os desenvolvedores de Railway Empire pensaram no jogo eles analisaram fortemente o mercado e por consequência, lançaram também uma versão para os Consoles. É possível notar diversas "pegadas" consoleiras no jogo, especialmente na tentativa de facilitar a vida dos jogadores mais simplórios, típicos de consoles de video-game.

Não me entendam mal, é um jogo bom. Um jogo que merece entre um 6,5 e um 7 bem sólido mas que poderia estar com um 9 ou 10 se as ideias fossem devidamente implementadas.

Você começa em uma campanha (muito curta por sinal) com apenas 5 episódios em uma fase que pode durar em até duas horas e meia de jogo (foi o máximo que eu cheguei de tempo). No final de cada fase, há um ranking e pronto. Parta para a outra e comece tudo de novo. Há o modo LIVRE e o SANDBOX que eu não me vejo jogando eles em nenhuma possibilidade.

O jogo é um típico arcade (antes eu tinha digitado "simulador", mas me arrependi) de ferrovias. Você basicamente tem que construir as estações nas cidades e ligá-las através do trilho até outras cidades ou recursos produzidos na área rural para suprir a demanda do local por um determinado produto. Há uma pequena cadeia de recursos e o quebra-cabeça se torna interessante de como por exemplo, na seguinte situação: Uma fazenda X produz algodão, que deve ser transportado até uma cidade que usa o algodão para produzir tecido. Em outra cidade, do outro lado do mapa, há uma fábrica de roupas que necessita de tecido e mais longe ainda, há uma cidade que compra as roupas. É uma cadeia de produção interessante e que funciona muito bem no jogo, mas não passa disso.

Há desafios simplórios na hora de construir as ferrovias (especialmente quando elas começam a ficar insuficiente em relação a quantidade de trilhos, trens e estações) e você tem que trabalhar com o confuso sistema de sinais e junções. Diferente do Railroad Tycoon 2 original, você basicamente clica onde o trilho vai começar e vai movendo o mouse até determinado ponto, desviando durante o traçado do mouse dos relevos e outras coisas, que encarecem profundamente o preço. Não há opção para escolher o tipo de trilho que será usado (se será duplo, triplo, etc) ou muito menos o tipo de ponte. A única opção permitida é determinar a elevação ou queda do relevo. Depois de chegar ao destino, clique em comprar e pronto. Seu trilho está construído. Foi a primeira "saudade" que eu senti. Apesar do jogo oferecer a opção de você usar o modo "fácil" para construção, onde os trens passam por cima de um e de outro, a opção realista também funciona do mesmo jeito de construir com a diferença que os trens não passam por cima de ninguém. No RT2, a opção de construção dos trilhos era muito, mas muito melhor e mais densa. É a velha adaptação de coisas complexas para públicos mais jovens, facilitando a vida. Clicar e sair "caminhando" com o ponteiro do mouse para desviar do relevo não tem nada de interessante. Empolga nos primeiros minutos, depois enjoa que é uma beleza. Não há um desafio e o planejamento é fraco.

Posteriormente, você deve criar a rota para o seu trem. Clique no botão correspondente, escolha a cidade (ou fazenda), compre uma locomotiva e pronto. Sua rota está feita. Há uma opção quanto ao microgerenciamento de cargas em cada estação, mas o sistema é tão chatinho, confuso e mal feito que eu acabei deixando tudo no automático e não tive problemas. Senti a segunda "saudade" aqui. Gostaria de poder gerenciar as cargas como era no antigo Railroad, mas o sistema aparentemente foi facilitado para o público mimizento consoleiro. Há uma opção também de você construir um "depósito" de materiais, como fazer um centro de distribuição para outras estações.

Por o sistema de construção de trilhos ser tão simplista, perde a graça que acabei não construindo a parada de depósito nenhuma vez. Não dá muita graça construir os trilhos tão simplificadamente, o jogo até que tenta (e consegue) adivinhar o que você quer fazer, como construir um trilho duplo (passando o mouse do lado enquanto planeja de lado a um trilho já construído). As curvas, elevações, viradas, são todas feitas de forma automática e o jogador tem pouco controle sobre. Não há opções de escolher cruzamentos em tesoura por exemplo, a simplicidade do jogo não lhe permite isso. Sinto falta para redes de ferrovias mais complexas. Tudo isso sendo possível no Railroad Tycoon 2 lançado em 1998. Não existem os velhos upgrades nas estações existentes com linhas de telégrafo, agência de correio ou um novo posto de segurança.

Conforme você for expandindo, há a possibilidade de realizar dois upgrades na sua estação (uma média e uma grande, cada uma com trilhos duplos e quádruplos, respectivamente na estação, aumentando o seu "poder" de construção), também é possível construir uma estação de manutenção, que aparentemente diminuiu muito pouco os irritantes "breakdowns" que os trens sofrem toda hora. 

Falando em toda hora, os concorrentes (oponentes, 4 no máximo por mapa) não calam a porcaria da boca. Toda hora que você constrói alguma nova estação ou coloca novos trilhos, tem alguém abrindo a boca para falar alguma asneira. O italiano mafioso imigrante em Nova Iorque até que é carismático, mas também não cala a porcaria da boca.

Isso me leva a parte financeira do jogo, que apesar de bem elaborada é extremamente fácil e superficial de lidar. Há opções para se fundir com outra companhia (comprando o adversário) e comprar ações. Não há dividendos (aparentemente) e não sei exatamente qual foi a vantagem de ter comprado ações de alguém. O relatório financeiro apresenta quatro quadros, nenhum falando com nenhum, enquanto tenho que ficar fazendo contas matemáticas de cabeça enquanto descubro quanto entrou na última semana e quanto saiu na última semana.

A mesma coisa acontece com a cadeia de recursos: não dá para saber o quanto você está ganhando por ter comprado alguma indústria rural ou dentro da cidade. Você compra, investe um dinheirão e magicamente o dinheiro entra na carteira posteriormente. A cadeia de recursos é confusa: não dá para saber exatamente quanto está entrando na cidade, quanto está saindo, qual é a capacidade de produção de cada empresa. As informações tentaram ficar simplificadas mas acabam por criar um bando de informações inúteis que basta você ligar as estações, comprar uma indústria, botar uns trens para andar e pronto. O dinheiro vai entrar na carteira sem mais nem menos e você fica rico (ou acumula muito dinheiro) em pouco tempo. Qual é a vantagem de expandir a indústria que você comprou? E aí? Aumentou a produção mais quantos mais trens esse determinado recurso suporta para que eu envie?

É a típica simplificação para atender aos públicos jovens que não gostam muito de pensar. Espero que eles não façam as mesmas cagadas anteriores (e desse jogo) com o novo Tropico que está para ser lançado.

Um outro problema, ao criar uma estação perto de uma mina de carvão me deixou frustrado. Simplesmente deu um erro no trem que falava que "ele não era recomendado para esse tipo de carga" e pronto. Não me deu nenhuma opção mais para o que fazer. Tive que vender o trem e desistir da linha.

E os avisos? Diversos balõeszinhos infinitos de avisos repetitivos com coisas que já fizemos e não precisamos mais aprender. Toda hora acontece alguma coisa, um novo leilão, uma tentativa de assalto ao seu trem, um concorrente sabotando uma estação sua (e sem possibilidade de consertar o estrago e sem poder entender o prejuízo causado), um leilão para comprar uma nova patente (que também não mostra qual é a vantagem de eu ter comprado ela antes dos outros concorrentes ou qualquer alteração visível e estatística em relação a determinado upgrade) ou alguma indústria te oferecendo a compra dela.

No jogo há a possibilidade também de contratar funcionários para operar os seus trens. Apesar das descrições em lindas porcentagens de 20% de melhora para determinada coisa ou 10% de aumento de performance para determinado trem ou 5% de aumento do fluxo de passageiros para a compra de um relógio para as estações, não há muita diferença visível no jogo. Provavelmente o fluxo do dinheiro que entra no caixa aumenta, mas tá... Só isso. Provavelmente a velocidade do trem aparente também deve aumentar, mas não tem nada além disso. Você não consegue "sentir" essas melhorias conforme joga, entende? Uma coisa é comprar uma nova locomotiva, mais forte, mais veloz, mais potente, que altera visivelmente todo o trem, mas não sei qual é a vantagem de contratar um engenheiro ou um operador de máquinas e um operador de trem para ele. Você contrata, o dinheiro é praticamente infinito e ele fica lá bonitinho na página de gerenciamento do trem.

Os gráficos e os sons fazem o seu trabalho. Não há problemas aqui e eu posso até elogiar. Os desenvolvedores também prometeram que todos os sons de todas as locomotivas são fiéis aos modelos reais. Grande bosta. O que um jogador casual vai querer com isso, já que foi o principal foco do jogo?


Há diversas reclamações nos fóruns, receio dos jogadores e preocupações tanto quanto a Kalypso e a desenvolvedora Mind Gaming, quanto ao abandono de seus produtos, o excesso de DLC's que lançam, a simplicidade que colocam em tudo e como as ideias das empresas são más desenvolvidas. Omerta foi um típico exemplo.

Com gráficos bastante adequados para um jogo deste estilo e uma parte sonora muito bem feita, Railway Empire tinha tudo para ser um novo marco na história dos jogos de gerenciamento de trens, mas não foi e nem chega perto. Considero apenas como uma nova tentativa (e falha em vários pontos, mas acertando em outros) de tentar recriar o brilho dos velhos e bons jogos de estratégia, sinto que deveríamos ter desconfiado por ter vindo da Kalypso e da Gaming Minds Studio. Não me levem a mal, o jogo é bom, mas dou uma nota justa para ele. Poderia ser um 6,0 mas estou dando um 7 pela construção (pelo menos) sólida dele, está agradando a bela maioria dos jogadores casuais (Very Positive em reviews do Steam). Diversos pontos críticos me incomodaram nele, especialmente pela facilidade. Quem jogou Railroad Tycoon 2 sabe do que eu estou falando. Era difícil ganhar dinheiro e era mais difícil ainda gerenciar todas as cargas, as estações, os horários, as conexões de trilhos, saídas, placas. Nada disso existe no Railway Empire, existe uma facilidade exacerbada que foi exageradamente implementada apenas para facilitar a vida dos jogadores dessa geração. Você pode jogar Railway Empire sem ao menos se quer abrir o painel de finanças, bastando conectar todas as estações possíveis, deixando tudo no automático e ver os números mágicos de dinheiro subindo.

Confesso que se eu pudesse pedir refund (já passou o limite de tempo) eu teria pedido. Não é para mim, infelizmente, vou ter que voltar para o Transport Fever onde a simulação realmente é o fator do jogo. Railway Empire está no limiar entre um jogo arcade e casual e não vale os R$ 99,00 cobrados (os próprios jogadores estão reclamando do preço nas páginas oficiais do produto). Compre quando estiver em torno de R$ 30,00, no máximo uns R$ 49,90 se você estiver ansioso para jogar, for fã do gênero ou quer arriscar neste estilo.

Espero que a indústria não pegue de exemplo as práticas da Kalypso. Sinto cheiro de bastante DLCs lançadas e expansões. Se talvez, adicionarem mais recursos, arrumar as mecânicas fáceis do jogo, dando a devida importância a parte financeira e quem sabe, melhorando a construção dos trilhos, eu subo a nota para um 8, mas é difícil. Estamos falando da Kalypso, que incrivelmente consegue vender muitos jogos no melhor estilo de exploração de sonhos de gamers como eu. Para quem veio atrás de um sucessor dos famosos Tycoons do passado, saia correndo, passe longe e compre o Transport Fever.

Como vocês poderão notar no meu gameplay (veja link à baixo para o #FórumPOLITZ, onde está postado), eu realmente me irritei logo na segunda fase da campanha. Chata, monótona e repetitiva. No final, estava torcendo em vídeo para que a fase acabasse logo e eu pudesse ir para o próximo capítulo. Depois de um tempo, o jogo se resume em construir estações, ligar os trilhos e esperar o dinheiro entrar. É isso. O jogo se resume a isso, extremamente casual.


O Palhano recomenda esse jogo apenas para os fãs do gênero, jogadores casuais  e para quem deseja se arriscar no estilo. Não compre se está esperando um simulador. Há jogos melhores para isso.


Os prós e contras podem agradar ou desagradar, dependendo do tipo de jogador que está procurando esse jogo. Eles refletem a minha opinião sobre.

PRÓS:
- Tentativa sólida de restaurar um gênero clássico do passado, acertando em alguns pontos;
- A indústria de games percebeu que há uma lacuna nesse gênero;
- Gráficos e sons adequados para um jogo como este;
- Simplicidade exacerbada. Jogue sem se preocupar em abrir o menu de finanças (prós para uns);
- Sistema simplificado de construção de ferrovias pode agradar os mais casuais;

CONTRAS:
- O jogo é simples. Beira um jogo casual/arcade;
- As finanças do jogo praticamente não existem;
- Repetitivo e sem desafios, chega a ser monótono;
- Nunca foi tão chato construir uma linha de trem;
- Não há a mínima complexidade para nada. Tudo é fácil, não precisa nem abrir o menu de finanças;
- Construa as estações, crie as linhas de trem e espere o dinheiro entrar. Não precisa fazer mais nada;
- Mecânicas extremamente falhas. Os upgrades de pesquisa disponíveis, os funcionários, nada causa efeitos visíveis no jogo;
- Interface inútil e mal elaborada. Tentaram simplificar algumas coisas, mas não deu certo;
- Não há a mínima necessidade de microgerenciar as cargas e rotas, deixe no automático e veja o dinheiro entrando. Não há porque escolher uma carga ou outra. Tudo é a mesma coisa;
- Os menus são inúteis. Você não vai precisar abrir um painel de finanças para fazer nada, muito menos comprar upgrades ou contratar funcionários;


NOTA:
7/10

Vídeo e Imagens:




Gameplay do parceiro JOGADA DE MESTRE, o canal de jogos do Palhano em parceria com o POLITZ. Mostro a primeira fase da campanha.
Assim que eu terminar de renderizar a segunda fase, postarei também.

Imprimir este item

  Primeiro Ano de Governo do Trump
User Avatar Fórum: Politicos & Politicagens
Postado por: Lu Hsun - 21-01-2018, 04:03 PM - Respostas (3)

resim

Fonte: http://blogdoalok.blogspot.com.br/2018/0...om-ou.html

Apenas uns poucos dias depois de Donald Trump completar um ano como presidente dos EUA, acho que é razoável dizer que praticamente todo mundo (exceto os neoconservadores e alguns poucos apoiadores incondicionais) sente-se muito assustado ante o que o ano que passou fez aos EUA e ao planeta. Os que odiavam Trump não o odeiam menos, e os que depositaram alguma esperança em Trump, como eu mesmo, têm hoje de aceitar que nada do que esperaram jamais se materializou. 

Acho que se imaginarmos um governo Hillary, o termo "O Mal" descreveria bem o que seria tal governo, muito provavelmente. Por sua vez, se eu tivesse de escolher uma palavra para descrever o governo Trump, pelo menos até hoje, esse termo teria de ser "Estupidez". E nem me darei ao trabalho, como planejara, de listar todas as coisas estúpidas que Trump disse e fez desde a posse (os que pensem de outro modo podem parar de ler bem aqui).

Devo dizer que não tenho qualquer prazer em escrever o que escrevo, porque eu também acalentei esperanças de que Trump cumpriria pelo menos algumas das promessas de campanha (ainda que praticamente todo o meu apoio a ele adviesse do fato de ele não ser Hillary, a qual, como continuo convencido até hoje, teria empurrado EUA e Rússia para a guerra, um país contra o outro). 

Quero também deixar bem claro que quando digo que o governo Trump pode ser perfeitamente resumido no termo "Estupidez", não falo do Donald em pessoa. Falo de todo o governo (nem falo do Congresso, porque o Congresso sempre foi estúpido desde a mais remota memória que tenho dele). Se alguém se surpreender de eu chamar de "estúpido" um governo inteiro, mesmo que constituído de funcionários em muitos casos brilhantes, e advogados, acadêmicos, especialistas técnicos etc. também brilhantes, responderei simplesmente que não julgo um governo pela análise dos currículos dos que trabalham para ele, mas, simplesmente, pelos resultados que o governo tenha a apresentar, pelo que realmente faça. Se o que o governo Trump produziu foi exclusivamente uma montanha de coisas estúpidas, trata-se de governo estúpido.

"Estúpido" pode significar várias coisas. Por exemplo, acho que a decisão de reconhecer Jerusalém como capital de Israel é de estupidez realmente maravilhosa, que recebo com entusiasmo.

Considere o dano que esse movimento de alta estupidez provocou à reputação internacional dos EUA (a qual, verdade seja dita, já estava próxima do zero, mesmo antes desse movimento). 

Havia um segredinho conhecido de todos, mas jamais declarado, e que agora virou fato público e confirmado: EUA=ISRAEL & ISRAEL=EUA.

Isso é muito bom. Ainda melhor é o fato de que os únicos que discordam dessa realidade são Honduras, Guatemala, Palau, Ilhas Marshall, Kiribati, Togo, Nauru, Sudão do Sul e, claro, Israel.

A política exterior dos EUA tornou-se tão escancaradamente estúpida que até os regimes mais subservientes (para citar alguns: Grã-Bretanha, Noruega, Coreia do Sul ou Japão) estão hoje obrigados a condená-la, pelo menos em público. Grande parte do crédito por esse avanço excelente cabe a Nikki Haley que, logo depois de seu voto catastrófico, houve por bem piorar ainda mais as coisas e pôs-se a chantagear a ONU e todos os estados membros. Na sequência, o próprio presidente Trump arrematou o desastre magnífico com rasgados elogios públicos àquela fala macabra da macabra Nikki Haley.

Foram atos de tal completa estupidez, tão, tão estúpidos, que, nesse caso, a decisão estúpida caiu como verdadeira bênção sobre o Oriente Médio: até o Hamas voltou finalmente a negociar diretamente com o Hezbollah e o Irã!

Assim como o mundo muito deve agradecer sinceramente ao presidente Obama por ter jogado Rússia e China uma nos braços da outra, todos podemos agora agradecer a Nikki Haley e a Trump por unificar a resistência contra o estado de Israel. Posso bem imaginar o júbilo em Teerã, quando os iranianos souberam da boa nova!

Mas as excelentes estupidezes não param por aí. O fato de as elites dos EUA estarem agora envolvidas em tiroteio monstro umas contra outras, com investigações, processos, escândalos, acusações, ameaças de impeachment, etc. também é uma bênção, porque enquanto estão ocupadas atirando, umas elites contra outras, nenhuma daquelas elites é capaz de se concentrar na luta contra seus opositores e inimigos reais.

Durante meses, o presidente Trump praticamente governou os EUA pelo Twitter, o que, claro, e por definição, não é absolutamente nada que se possa chamar com seriedade de "política exterior dos EUA". Dessa situação resultam oportunidades e riscos reais, a saber:

1.Riscos: quando não há comando verdadeiro, cada agência faz praticamente o que lhe dá na telha. Já vimos acontecer na segunda metade do governo Obama, quando a secretaria de Estado fazia uma coisa, o Pentágono fazia outra, e a CIA, outra. Resultou em situação altamente patética, com aliados dos EUA atacando uns aos outros na Síria e no Iraque, porque os 'agentes' reportavam-se a diferentes agências. O risco, aí, é evidente: por exemplo, quando diplomatas dos EUA chegaram a um acordo com a Rússia na Síria, o Pentágono torpedeou o acordo logo no mesmo dia, atacando forças sírias. Os recentes ataques contra a base das Forças Aeroespaciais Russas em Khmeimim (e o mais recente ataque de drones contra aquela mesma base) são efeito de exatamente o mesmo tipo de desmando que continua a dividir as forças dos EUA. Há meses os russos denunciam que os EUA são "incapazes para acordos", e pode haver aí alto risco e problema grave.

2.Oportunidades: quando não há comando, o Império fica sem meios para jogar toda a sua força contra qualquer alvo específico. Pense num carro ou num ônibus no qual os passageiros lutam entre eles para decidir quem senta ao volante. É péssimo para todos e praticamente garantido que o carro ou ônibus despencará no buraco ou se espatifará no muro. Além disso, dado que atualmente os EUA estão ameaçando, em diferente graus, nada menos que nove países (Afeganistão, Síria, Rússia, Irã, RPDC, Venezuela, Turquia, Paquistão, China), fica-se sem saber quem ameaçar e se o não-governo de hoje conseguirá fazer o que ameaça fazer. 

Não só isso. Se os EUA se envolverem seriamente em qualquer tipo de conflito com um desses países, a falta de comando abrirá grandes chances para que o outro lado aja.

Considerando que as elites norte-americanas estão ocupadas gritando umas contra as outras e tentando umas derrubar as outras, é mínima a chance de que os EUA consigam ter foco suficiente para ameaçar a sério seja quem for.

Não estou tentando pintar quadro cor-de-rosa da situação, que é péssima sem dúvida alguma. Mas quero deixar sugeridas duas coisas: primeira, que não importa o quanto Trump seja estúpido, Hillary teria sido infinitamente pior; e, segunda, que também há aspectos positivos no atual vácuo de poder que se fez em Washington, DC. E isso é muito bom.




Legal este texto, acho que concordo com tudo que foi escrito.  Uma coisa que eu acho interessante na direita é ver como eles são contra o protecionismo para o Brasil, ao mesmo tempo em que defendem o governo do Trump, que é bastante protecionista.  Assim fica fácil, né.  Acho que o governo do Trump está precisando de um choque de capitalismo.

A esquerda de lá vem tentando dar um impeachment (ilegal).  Engraçado que a situação lá é o oposto da brasileira: a esquerda é que é golpista.  Mas não acho que nenhum golpe irá se concretizar, porque o Partido Republicano tem maioria no Congresso.

Recentemente o Trump aplicou uma reforma fiscal, cortando os impostos de grandes empresas.  Ao invés de cortar os impostos dos pobres, ele vai e corta os impostos dos mais ricos de todos.

Eu sempre achei muito absurdo o povo querer votar em megaempresários.  E nunca achei que é nenhuma vantagem votar em pessoas novatas na política, ainda mais para um cargo como o de presidente.  Pra mim um presidente tem que ser alguém com experiência (e de preferência alguém que não fique mexendo no Twitter o dia inteiro).

Imprimir este item

  Novo Site contra Corrupçao - Nós ajude a divulgar
User Avatar Fórum: Politicos & Politicagens
Postado por: galerainfo - 18-01-2018, 10:28 AM - Respostas (1)

Olá tudo bem, poderiam me ajudar a divulgar o site http://www.repassepublico.com.br, trata-se de um novo site contra a corrupção que irá levar ao conhecimento de qualquer pessoa (que tenha pelo menos interesse) as contas publicas das 644 cidades do Estado de São Paulo.

Criei o sistema inicialmente para meus propósitos e facilitar o entendimento das planilhas geradas pelo TCE-SP, agora na fase 1, estou liberando acesso aos pagamentos feitos pelo fornecedores.

É um projeto que irá fazer os administradores de cada cidade, saberem que as informações nãos estão restritas aos corredores e paredes da sua prefeitura, que qualquer pessoa podera a qualquer momento ver e questionar o que achar de seu interesse, compartilhando nas redes sociais e dado voz a suas desconfianças e duvidas.
Sei que não é do interesse de muita gente, ou melhor da maioria, mas como aqui, o inicio de uma pequena revolução em prol da conscientização e fiscalização baseado em sistemas de fácil acesso e não com a transparência que tentam nos colocar goela abaixo.

É muito dificil chegar a conclusões sozinho, por isso, a ajuda de cada um, é indispensável, para quem sabe num futuro não muito distante, tenhamos pessoas e governantes mais conscientizados, é utopia, não sei, mas eu estou fazendo a minha parte, destinando tempo e recursos pessoais para tornar realidade o que estiver ao meu alcance, me ajude, por favor, uma andorinha sozinha não faz nada (verão, inverno, etc), kkk

Abraços fraternos
Ferdinando Galera - WhatsApp 18 998206784

Imprimir este item

  Novo Site contra Corrupçao - Nós ajude a divulgar
User Avatar Fórum: Discussão Geral
Postado por: galerainfo - 18-01-2018, 10:28 AM - Respostas (2)

Olá tudo bem, poderiam me ajudar a divulgar o site http://www.repassepublico.com.br, trata-se de um novo site contra a corrupção que irá levar ao conhecimento de qualquer pessoa (que tenha pelo menos interesse) as contas publicas das 644 cidades do Estado de São Paulo.

Criei o sistema inicialmente para meus propósitos e facilitar o entendimento das planilhas geradas pelo TCE-SP, agora na fase 1, estou liberando acesso aos pagamentos feitos pelo fornecedores.

É um projeto que irá fazer os administradores de cada cidade, saberem que as informações nãos estão restritas aos corredores e paredes da sua prefeitura, que qualquer pessoa podera a qualquer momento ver e questionar o que achar de seu interesse, compartilhando nas redes sociais e dado voz a suas desconfianças e duvidas.
Sei que não é do interesse de muita gente, ou melhor da maioria, mas como aqui, o inicio de uma pequena revolução em prol da conscientização e fiscalização baseado em sistemas de fácil acesso e não com a transparência que tentam nos colocar goela abaixo.

É muito dificil chegar a conclusões sozinho, por isso, a ajuda de cada um, é indispensável, para quem sabe num futuro não muito distante, tenhamos pessoas e governantes mais conscientizados, é utopia, não sei, mas eu estou fazendo a minha parte, destinando tempo e recursos pessoais para tornar realidade o que estiver ao meu alcance, me ajude, por favor, uma andorinha sozinha não faz nada (verão, inverno, etc), kkk

Abraços fraternos
Ferdinando Galera - WhatsApp 18 998206784
resim

Imprimir este item

  Entendendo o maior escândalo da história americana.
User Avatar Fórum: Direito, Leis e República
Postado por: OhackerRusso - 22-12-2017, 09:03 PM - Sem Respostas

Antes de entender o maior escândalo político da história da maior economia do mundo, precisamos nos familiarizar com alguns nomes que são peça-chave nessa assustadora história, mas curiosamente estão escondidos das pessoas pela grande mídia corporativa.
Lembrando, sempre, que esse foi apenas o ÚLTIMO escândalo da era Obama, mas, na opinião deste que vos escreve, o maior e mais absurdo.
Michael Flynn: Tenente General reformado do exército americano. Passou mais de 30 anos na inteligência do exército, foi nomeado diretor de inteligência da defesa por Obama em 2012 e demitido pelo mesmo em 2014. Conselheiro-chefe de segurança nacional durante a primeira semana do governo Trump e conselheiro de sua campanha. Detalhe: é registrado no partido democrata.
Mike Rogers: Marechal da Marinha americana e diretor da NSA desde 2014.
Jeff Sessions: Atual procurador-geral do departamento de justiça dos Estados Unidos (DOJ). Uma mistura de ministro da justiça com procurador-geral. Ex-senador pelo estado do Alabama e um dos primeiros apoiadores de Trump dentro do Partido Republicano.
Rod Rosenstein: Vice-Procurador geral do departamento de justiça. Indicado por Sessions e Trump. Nomeou Robert Mueller como conselheiro especial do departamento de justiça em 17 de Maio, para investigar a suposta interferência russa nas eleições.
Michael Horowitz: Inspetor geral do departamento de justiça desde 2012. É responsável por investigar a conduta dos funcionários do departamento. PRESTE ATENÇÃO NESTE NOME.
Robert Mueller: Foi diretor do FBI por mais de 10 anos (assumiu o cargo uma semana antes dos atentados de 11 de Setembro de 2001). Fuzileiro naval herói de guerra no Vietnã, deixou o cargo em 2013.
James Comey: Ex diretor do FBI, nomeado por Obama em 2013. Demitido por Trump em maio após recomendação do vice-procurador geral Rod Rosenstein.
Andrew McCabe: Vice-diretor do FBI.
Bill Priestap: Chefe do setor de contra-inteligência do FBI.
Peter Strzok: Agente de contra-inteligência do FBI.
Loretta Lynch: Segunda procuradora-geral do Departamento de Justiça no período Obama. O primeiro foi o criminoso Eric Holder, mas falaremos dele outro dia.
Sally Yates: Vice-procurador geral dos Estados Unidos no período em que Loretta Lynch serviu ao cargo.
Bruce Ohr e Lisa Page: Advogados do DOJ e do FBI, respectivamente.
Glenn Simpson: Jornalista do Wall Street Journal e co-fundador da Fusion GPS, empresa de inteligência política baseada em Washington DC. Basicamente, se você quer descobrir ou fabricar algum podre sobre um político (principalmente se for republicano), você contrata a Fusion GPS.
Christopher Steele: Agente aposentado do MI6 britânico. Curiosamente, atuou na maior parte de sua carreira em Moscou.
Toda a história começa em Junho de 2016. Para ser mais específico, no dia 16, onde o bilionário Donald Trump choca o mundo e o país ao declarar que iria concorrer à presidência pelo Partido Republicano, em um discurso forte, sincero e emocionante. Trump começa a reunir multidões em todos os estados americanos, crescendo cada vez mais nas pesquisas e espancando todos os outros candidatos republicanos (a maioria do establishment, oposição controlada) nas primárias do partido e colecionando inimigos em ambos os partidos políticos.
Quase um ano após anunciar que concorreria a presidência, Trump já é uma ameaça colossal ao establishment de Washington, o qual ele carinhosamente apelida de pântano, prometendo drenar o pântano se for eleito (Drain the Swamp, um dos slogans mais gritados nos comícios do então candidato).
Abril, 2016: Campanha de Hillary Clinton contrata a empresa Fusion GPS para desenterrar sujeiras sobre Donald Trump, na tentativa de enfraquecer o virtual candidato republicano à presidência.
Maio, 2016: Fusion GPS contrata Nellie Ohr, esposa do advogado do DOJ, Bruce Ohr, para liderar a pesquisa de oposição sobre Trump. No mesmo mês, a Fusion GPS contrata o agente britânico aposentado Christopher Steele para desenvolver o que ficaria conhecido como “Dossiê Russo”.
Junho, 2016: O “rascunho” do dossiê foi compartilhado com a Fusion GPS por Steele e, provavelmente, Nellie Ohr foi um dos destinatários. De acordo com Robby Mook, à época diretor de campanha de Hillary, a informação parcial do dossiê também foi dada à campanha de Clinton E ao comitê nacional dos democratas (DNC). Loretta Lynch, procuradora geral do DOJ, encontra Bill Clinton em seu jatinho particular. O conteúdo da conversa e o motivo do encontro são sigilosos até hoje.
Julho, 2016: Donald Trump ganha a indicação do partido republicano (GOP) e é oficialmente o candidato republicano à presidência dos EUA. No mesmo mês, a divisão de contra-inteligência do FBI iniciou uma investigação que, mais tarde, descreveram como uma operação de contra-inteligência que investigava a interferência russa nas eleições. No entanto, após testemunho de James Comey perante o comitê de inteligência do congresso, sabemos que foi uma operação de contra inteligência do FBI contra o então candidato Donald Trump. Imediatamente após Donald Trump ganhar a indicação do GOP, um pedido FISA sobre Trump foi negado. FISA é um tribunal específico dos EUA que investiga interferências de agentes estrangeiros em solo americano, tendo o poder de aceitar ou recusar o pedido do governo para espionar um cidadão estrangeiro OU cidadão americano com tais laços suspeitos. O momento aqui é muito importante, pois o tribunal FISA foi utilizado para grampear e monitorar o candidato Trump e membros de sua campanha.
Outubro, 2016: O governo Obama envia um novo pedido ao tribunal da FISA, agora focado em um servidor de computador na Trump Tower suspeito de laços com bancos russos. Nenhuma evidência é encontrada, mas os grampos telefônicos continuam, aparentemente, por razões de segurança nacional. A administração Obama está agora monitorando uma campanha presidencial oposta usando os poderes de vigilância de alta tecnologia dos serviços de inteligência federais. NOTA: Usando todas as 16 agências de inteligência disponíveis para o braço executivo, INCLUINDO A NSA.
Novembro, 2016: Trump é eleito o 45º presidente dos Estados Unidos. Na quinta-feira, 17 de novembro, o diretor da NSA, Mike Rogers, viajou para Nova York e se encontrou com o presidente eleito Donald Trump. Segundo reportagem do Washington Post, o presidente Obama considera seriamente demitir Rogers pelo encontro. Lembrando: Rogers foi o ÚNICO diretor de algum serviço de inteligência que manteve o seu cargo na administração Trump. Rogers avisou Trump que sua equipe de transição estava sendo monitorada? Como Trump sabia que estava sendo monitorado? Rogers é um patriota e se recusou a participar desse escândalo, avisando Trump? Muito provável. O fato é que, no dia seguinte, sexta-feira, 18 de novembro, o presidente Trump mudou a equipe de transição da Trump Tower para seu campo de golfe em Nova Jersey.

[Imagem: 1*3F5AQVHnl1CMlqkisrSohg.jpeg]
Dezembro, 2016: Michael Flynn inicia conversas com representantes de outras potências. No mesmo período, a administração Obama se esforça para impor sanções aos russos. Como parte de um novo pensamento e uma nova estratégia em política externa, Flynn se comunica com Kislyak, embaixador russo, e diz que as relações entre os dois países vão mudar, pedindo que os russos não aumentem a escalada com os Estados Unidos. Além disso, Flynn já havia sido contratado pela emissora russa RT como comentarista político, aumentando as especulações da mídia de que Flynn seria um colaborador Russo que aconselhava Trump e demonstrando que a Rússia teria “interferido na eleição a favor de Trump”.
Janeiro, 2017: Trump assume o cargo em 20 de janeiro. No dia 24, o agente Peter Strzok vai à Casa Branca entrevistar Michael Flynn (sem a preseça de seu advogado) sobre suas supostas ligações com à Rússia. Flynn diz que NÃO discutiu sanções com o embaixador Kislyak. No dia 26, a vice-procuradora geral Yates e Bill Priestap viajam juntos para a Casa Branca para informar Don McGhan (Advogado da Casa Branca) de que Michael Flynn realizou “declarações enganosas” (Baseado nas declarações do vice presidente Pence à alguns canais de televisão de que ninguém na administração teria discutido sanções com os russos). Sally Yates e Bill Priestap apresentam todas as informações a Don McGahn, “para que a Casa Branca pudesse tomar medidas que considerassem apropriadas”. Não houve nada de errado com o novo consultor de segurança nacional ter reuniões com representantes estrangeiros ou discutir questões como as sanções nessas reuniões. No entanto, mentir para o FBI é o crime que levou a demissão de Flynn.

  • A campanha de Clinton contratou a empresa que preparou o dossiê.
  • O dossiê foi utilizado para obter vigilância FISA.
  • Os mandados da FISA foram o predicado para a escutas telefônicas e a vigilância.
  • A escuta telefônica/vigilância foi o método para a espionagem da equipe de Trump.
  • As espionagens geraram as acusações de Robert Mueller contra o conselheiro de segurança nacional Michael Flynn.
[size=undefined]
Lembram de Michael Horowitz? Pois bem. No dia 12 de Janeiro, ANTES da inauguração de Donald Trump, o inspetor geral do DOJ anunciou que estava iniciando uma investigação sobre a POLITIZAÇÃO do departamento de justiça e do FBI durante as eleições. “Algo” a ver com James Comey retomando as investigações e depois inocentando a então candidata Hillary Clinton? Já voltaremos a falar de Michael Horowitz.
Março, 2017: No testemunho do então diretor do FBI, James Comey para o congresso, a republicana Elise Stefanik questiona Comey o porquê do Congresso não ter sido notificado da operação de contra-inteligência do FBI. Um desconfortável Comey disse que não contou a supervisão do Congresso que ele estava investigando o candidato presidencial Donald Trump porque o diretor de contra-inteligência sugeriu que ele não o fizesse, devido a “sensibilidade” da operação. VEJA: http://https://youtu.be/HlXXZQgh72Y

O congresso americano tem um grupo que DEVE ser notificado pelo executivo (FBI) sobre todo e qualquer tipo de operação de contra-inteligência. O Gang of Eight, grupo formado por líderes de ambos os partidos, NÃO foi notificado sobre a operação e vigilância sob o então candidato Donald Trump e isso foi, basicamente, o motivo da demissão de Comey. Lembrando que a demissão foi uma RECOMENDAÇÃO feita pelo vice-procurador-geral, Rod Rosenstein, o mesmo que indicou Mueller para o cargo de conselheiro especial.
Maio, 2017: Rod Rosenstein anuncia a nomeação de Robert Mueller como conselheiro especial das investigações sobre a interferência russa nas eleições de 2016, após o procurador geral Jeff Sessions se recusar a chefiar a investigação.
Dezembro, 2017: A investigação de Mueller não chegou a lugar algum e agora sabemos que o inspetor geral Michael Horowitz está prestes a entregar os resultados de sua investigação sobre a politização do departamento de justiça e do FBI.
Onde isso vai chegar?
Sabemos até agora que a campanha de Clinton pagou por um falso dossiê que poderia complicar o seu adversário Donald Trump. O FBI e o DOJ receberam esse dossiê através do seus advogados Bruce Ohr e Lisa Page. Com o dossiê em mãos, a administração Obama obteve vigilância sobre um adversário político, prática digna de ditadura. Com a repercussão da suposta interferência russa nas eleições, o departamento de justiça foi pressionado a investigar. O procurador geral Jeff Sessions se recusou a liderar a investigação, forçando o vice procurador geral Rod Rosenstein a indicar um conselheiro especial isento. O nome escolhido é o ex diretor do FBI, Robert Mueller.
Há algumas teorias circulando pelas redes nos EUA de que Mueller seria um aliado de Trump e estaria investigando, na verdade, o escândalo do Urânio. Porém, na minha opinião, Mueller é uma distração de Rosenstein, para a verdadeira investigação: a do inspetor geral do DOJ.
Investigando a politização do DOJ e do FBI, o inspetor geral poderia aconselhar (é o máximo que ele pode fazer) o procurador geral a indiciar agentes corruptos e politizados, que cumpriam ordens. Sendo assim, a investigação pode atingir os mais altos cargos da última administração, além da campanha de Hillary Clinton.
A administração Obama, através do DOJ e do FBI cooperaram com a campanha de Hillary Clinton para incriminar um adversário político e candidato à presidência dos EUA.
Há uma investigação sobre isso prestes a se tornar pública. E isso vai sacudir Washington DC.

[Imagem: 1*JMdLE9qTePJUDCq6s6BJEQ.jpeg]
Provavelmente Guga Chacra, Caio Blinder e toda a redação progressista da Globo News terão que noticiar a prisão de muitos dos seus ídolos, além de “descobrirem” que Trump é inocente e, na verdade, foi vitima de uma tentativa de golpe.

[Imagem: 1*8lcESt3-ScTwhQ8nXyjOhQ.jpeg]
Lucas Krzyzanovski é estudante de Relações Internacionais.
Twitter: @LKSM1997
[/size]


link original: https://medium.com/@lkrzyzanovski/entend...5e09deaeff

Imprimir este item

  Acha a Música Pop Atual um Lixo? Agradeça a Esse Cara...
User Avatar Fórum: Vale Tudo
Postado por: Lu Hsun - 20-12-2017, 09:40 AM - Sem Respostas

resim

Você provavelmente nunca ouviu falar de Lukasz Sebastian Gottwald, também conhecido por Dr. Luke. Ele foi responsável por alguns dos maiores sucessos das carreiras de Britney Spears, Shakira, Katy Perry, Miley Cyrus, Flo Rida, Rihanna, Kesha, Kelly Clarkson, Pink, Kelis, e muitos e muitos outros nomes famosos do pop atual.

Nos últimos dez anos, Dr. Luke, 41, só teve um rival à altura em número de músicas no topo da parada da “Billboard”: seu mentor e parceiro, o sueco Max Martin (Backstreet Boys, Taylor Swift, Kelly Clarkson, Maroon 5, Britney).

No fim de 2014, Martin emplacou sua 18ª música no número 1 da “Billboard”: “Shake It Off”, de Taylor Swift. Isso o tornou o terceiro compositor com mais “números 1” da história.

Já Dr. Luke, como produtor, tem 16 músicas que lideraram as paradas da “Billboard”, o que o torna o segundo nome de maior sucesso da história, atrás apenas de George Martin, produtor dos Beatles, com 23.

O sucesso de Dr. Luke pode ser explicado de uma maneira muito simples: ele faz exatamente o que seu público-alvo quer.
Esse público-alvo é o jovem de 14 a 22 anos, que começou a consumir música numa era em que CDs já eram obsoletos, só ouve “singles” e nunca discos inteiros, ouve música em fones de ouvido e tem uma capacidade de atenção menor que a de um peixe de aquário.

Ou seja: a música de Dr. Luke precisa ter um “hook” (“gancho”) a cada sete ou oito segundos, uma qualidade sonora ribombante, para soar grandiosa em fones de ouvido (daí o uso excessivo de compressão), e não pode perder tempo até chegar ao refrão. Dr. Luke diz ser fã do tecnopop dos anos 80 de Duran Duran e Tears for Fears, mas acha que essas bandas tinham um defeito grave: “Elas demoravam muito a chegar ao refrão”.

A revista “The New Yorker” fez um perfil interessante de Dr. Luke. Ele foi um adolescente problemático e chegou a vender drogas. Começou a tocar guitarra em conservatórios e foi guitarrista da banda do programa de TV “Saturday Night Live”.
Mas sua vida mudou depois de conhecer o sueco Max Martin, que lhe ensinou os segredos para produzir uma canção de sucesso. Luke aprimorou uma técnica quase matemática de composição e produção, que inclui tabelas com os intervalos entre versos e refrões e uma maneira peculiar de escrever letras, em que essas não precisam, necessariamente, fazer sentido, contanto que todos os versos tenham não só o mesmo número de sílabas, mas uma cadência idêntica em todas as frases.
A técnica é extremamente eficaz, especialmente numa época em que o analfabetismo funcional do público chegou a níveis alarmantes. Basicamente, as pessoas leem e ouvem frases e podem decorá-las e reproduzi-las, mesmo que não façam sentido algum. Aliás, é até melhor que não façam sentido. Dá menos trabalho.

As músicas tampouco devem ter introduções longas, ou até abrir mão de introduções e já começar com um vocal.
Antigamente, as músicas pop tinham introduções mais longas, para que os DJs de rádio pudessem falar por cima delas e anunciar as canções. Hoje isso acabou. Uma recente matéria mostra que, de 25 canções do topo da parada pop, apenas quatro tinham uma introdução maior que dez segundos, e oito nem introdução tinham. Já começavam com o vocal.

O esquema de divulgação das produções de Dr. Luke é, ao mesmo tempo, simples e poderoso. Assim que termina de produzir uma faixa, ele manda um link da canção para seus artistas e pede que esses tuítem as músicas uns dos outros.

Considerando que Katy Perry tem 68 milhões de seguidores no Twitter, Rihanna tem 43 milhões e Britney tem 41 milhões, além de Pink (27 milhões), Kelly Clarkson (17 milhões), Miley Cyrus (20 milhões) e outras, isso significa que a canção será ouvida, simultaneamente, por centenas de milhões de pessoas. Deve ser o esquema de divulgação mais poderoso e fulminante da história da música.

O futuro da música chegou e se chama Dr. Luke. Conforme-se.

Fonte: http://entretenimento.r7.com/blogs/andre...015/03/31/




Acho que eu tô monopolizando com o fórum, mas vou postar mais uns negócios que eu achei interessantes aqui.  

Nem tenho muito o que comentar sobre essa matéria, mas só discordo do que o autor falou da música pop atual ser um lixo só por causa desse produtor.  Pra mim, música pop já é um lixo pela própria natureza dela.  Se fossem outros produtores famosos que dominassem a indústria, continuaria sendo um lixo.  É um tipo de música feito pra fazer o máximo de sucesso possível e pra arrecadar dinheiro, e que no ano seguinte ninguém mais vai lembrar.  E se bobear, não vai mais lembrar nem sequer do artista.  

As músicas são feitas como numa fábrica, de um jeito totalmente padronizado; o próprio texto fala sobre isso.  Sem contar toda essa idolatria que as pessoas têm pelos artistas.  Se você for num show de uma Katy Perry da vida, vai ter fã tão empolgado, que parece que está até desesperado.  Acho que a música pop é mais uma faceta de tudo que eu odeio no mundo moderno: toda essa futilidade, o consumismo, os modismos, e toda essa atitude marrenta e pseudo-rebelde, que não só está totalmente incorporada ao sistema, como é inclusive propagandeado por ele.

Imprimir este item

  Homem Diz Ter Vindo do Ano 2062
User Avatar Fórum: Area 51
Postado por: Lu Hsun - 20-11-2017, 04:12 PM - Respostas (1)

resim

A viagem no tempo é tema recorrente em produções culturais, especialmente livros e filmes de ficção. Parece sedutora a ideia de poder transitar até o ano que quiser. E soa apocalíptico dizer que podemos ter “viajantes” infiltrados entre nós.

É o que um homem diz ser. Um rapaz tem chamado a atenção na internet após ter se revelado um viajante do tempo. O homem, que afirma ser do Japão, não revelou o seu nome. Ele diz ter vindo do ano 2062 e “desembarcado” em 2010.

O suposto viajante diz que voltou ao passado por alguns motivos. Além de curiosidade e vontade de se comunicar com pessoas da época em que vivemos, ele revela que tenta alertar os japoneses sobre os terremotos que virão a acontecer.

E como estará o mundo em 2062?

Em um vídeo divulgado na internet, o suposto viajante detalha como, segundo ele, o mundo estará em 2062. Ele também criou um site, cujo domínio é 2062.jp, onde fala sobre o assunto.

Veja abaixo algumas das afirmações do suposto viajante no tempo com relação ao mundo em 2062:

- Carros autônomos serão realidade em 2062. E eles terão uma relação de consumo incrível: com um litro de combustível, será possível percorrer 3 mil quilômetros, pelo menos. Haverá registros de veículos que, com a mesma quantidade de combustível, se moverá por 10 mil quilômetros. Automóveis voadores também serão costumeiros.
- A medicina terá descoberto a cura para praticamente todas as doenças até 2062. O tratamento será feito por meio da genética.
- As roupas terão adornos eletrônicos que brilham e piscam pelo pano. Cortes de cabelo serão peculiares também, apesar de detalhes não terem sido oferecidos.
- A linguagem e até o modo de andar terão sofrido modificações. Em 2062, as pessoas vão saltitar ao andar, em função de dispositivos que potencializam o pulo.
- O corpo humano também passará por mudanças evolutivas. Braços e pernas serão um pouco mais longos do que hoje em dia.
- A energia solar será a principal fonte mundial até 2062.
- Existem outros viajantes do tempo vivendo entre nós, seja neste momento, seja no futuro próximo.
- O lápis 3D já terá se tornado realidade. Em 2062, será possível escrever no próprio ar.

O suposto viajante do tempo revela que ainda há questões sem resposta, mesmo em 2062. Algumas delas estão relacionadas à 3ª Guerra Mundial (que ele preferiu não dar informações sobre), vida após a morte e existência de fantasmas.

A própria veracidade do que diz o suposto viajante do tempo também é um mistério. Ele diz ter previsto o terremoto de Tohoku, em 2011, e o de Kumamoto, ocorrido em abril deste ano. No entanto, não há registros de que ele tenha realmente antecipado esses eventos.

Fonte:
https://acrediteounao.com/homem-diz-ter-...ra-ate-la/




E aí, o que acharam desse viajante?  Será que ele viajou no tempo, ou viajou só na maionese mesmo?  

Imprimir este item



Sobre o Politz

O Politz é a primeira startup do país que visa a construção de um futuro melhor para o Brasil. Queremos acompanhar todas as ações políticas, debater ideias, projetos, leis, nossos direitos e interesses além de incentivar o civismo. Através do Fórum, queremos nos aproximar do pleno exercício da democracia. Seja um cidadão, seja POLITZ!

Para contatar a Equipe Politz, use o formulário de Contato.

              Links do Usuário