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O plano de Trump para esmagar os inimigos do povo americano.
#1
A gangue do establishment americano formado pela grande mídia, o partido democrata, e o governo paralelo são mestres na arte da guerra política e de narrativas. O pensamento conservador americano demorou para perceber isso, lançando consecutivamente uma série de candidatos politicamente corretos e que simplesmente não atacavam seus adversários pelo seu ponto fraco. Obama venceu duas eleições em que praticamente NÃO teve verdadeira oposição. 

John McCain em 2008, Romney em 2012. NENHUM deles realmente partia para o ataque, como faziam o partido democrata e a mídia, que chegou a chamar Romney de "um porco racista" durante a campanha. (Romney é um dos maiores filantropos do mundo). O mesmo não chegou sequer a tocar em assuntos sensíveis e fundamentais em 2012, como Benghazi e as assustadoras medidas econômicas de Barack Obama. Romney em 2012 chegou a chamar Obama de "grande presidente", enquanto o candidato do partido democrata o rotulava de um "possível líder fraco".

Voltando no tempo, mais precisamente aos anos 80, o marqueteiro eleitoral e mestre em guerra política Roger Stone, através do advogado Roy Cohn, conhece Donald John Trump, um dos bilionários mais jovens do país. Stone rapidamente notou potencial em Trump, e tentou o convencer a concorrer a presidência em 1988, para suceder Reagan. Trump, receoso, não concorreu, mas sempre flertou com a candidatura, em praticamente todas as eleições seguintes.

Aqui as coisas começam a ficar interessantes. Roy Cohn, citado acima, foi o advogado por trás do senador Joseph McCarthy, durante o Macartismo. 

Roger Stone, um conservador de carteirinha, deixou a faculdade aos 19 anos para ajudar a eleger Nixon durante sua campanha de reeleição.

Stone, Nixon e Cohn, são alguns dos responsáveis pela chamada teoria do louco.

O que é a teoria do louco?

Segundo o próprio Nixon, em conversa com o seu chefe de gabinete, Robert Haldeman: "Eu a chamo de Teoria do Louco, Bob. Quero que os norte vietnamitas acreditem que eu chegaria ao ponto de fazer qualquer coisa para acabar com a guerra. Iremos somente dizer algumas palavras, "pelo amor de Deus, vocês sabem que Nixon está obcecado com o comunismo. Não poderemos contê-lo quando ficar com raiva, e ele tem a mão sobre o botão nuclear" e Ho Chi Minh estaria em Paris em dois dias implorando por paz"

Em outras palavras, a teoria do louco é uma estratégia política em que se faz acreditar que um líder é louco e instável e, por isso, totalmente imprevisível. 

Voltando aos tempos atuais, podemos explicar Trump a partir de uma das regras invioláveis de Roger Stone: ATAQUE, ATAQUE, ATAQUE!

O candidato Donald Trump NUNCA recuou. Repito: NUNCA recuou. Seja em frases, propostas ou em acusações contra seus adversários. E isso funciona, pois é uma das principais táticas da guerra política. Por isso era o único candidato republicano com REAIS chances de ganhar. Pois usava das mesmas táticas do partido democrata e da mídia. Entendem agora porque dizem que foi a eleição mais suja da história? Por que o lado que só apanhava decidiu contra-atacar. E com força.

Trump é um gênio estratégico. Conhece como poucos no mundo a arte da negociação. Em negociação, existe um mecanismo chamado alavancagem estratégica. 

A alavancagem visa proporcionar uma vantagem momentânea que permitirá benefício duradouro após praticada. 

Mas a que custo? 

A alavancagem, em qualquer circunstância de utilização, é feita mediante a tomada de risco, ou seja, o utilizador dessa ferramenta aceitará riscos que, se bem sucedidos, proporcionarão a vantagem desejada.

Exemplos: 
- Trump, na campanha, disse que a OTAN era obsoleta. Após a eleição, os países que não cumpriam com a sua parte financeira do tratado começaram a cumprir. Portanto, Trump passou a dar declarações em que dizia que a OTAN era magnífica e uma parte importante para a sobrevivência da civilização ocidental (o que realmente é).

- Trump atacou a China milhares de vezes durante sua campanha. Após a eleição, a China não manipulou mais a sua moeda e passou a cooperar com os americanos na Coréia do Norte. Além disso, pela primeira vez na história foi contra a Rússia no conselho de segurança da ONU, após os ataques químicos do governo de Assad.

Existem, talvez, outras dezenas de exemplos de como usou a alavancagem estratégica e saiu vencedor, mas voltaremos ao foco do tópico.

Quem é seu maior inimigo? As Fake News.

O partido democrata pode até ser um empecilho, mas ele está totalmente morto. Acredite em mim, o partido democrata não respira mais nem por aparelhos.

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Então, se a mídia é o grande inimigo, mas está desacreditada, como pode atingir o presidente?

Vazamentos de informações confidenciais que prejudiquem o governo.

A maioria dos funcionários do departamento de estado, CIA, conselho de segurança nacional, entre outros, não mudam com a troca de administração. E é de se esperar que, após 8 anos de Obama, MUITOS deles sejam fiéis e não se entusiasmem muito com a agenda do novo presidente. 

Como eles fazem isso? Vazando notícias confidenciais para a mídia.

Trump sabia disso. Mas ele precisava identificar os caguetas. Aí que entra o general Flynn.

Flynn servia na inteligência do exército, especialista em contraespionagem. Quando se juntou ao gabinete de campanha de Trump, em 2016, Flynn começou a aconselhar a campanha sobre política externa e segurança nacional.

A teoria, que cresce em alguns meios conservadores americanos, é que Flynn criou uma operação de contraespionagem para identificar os vazamentos e, principalmente, quem vazavas as informações, para poder USAR a mídia.

Para isso, usou uma estratégia chamada de armadilha de canários, famosa nos livros de Tom Clancy. A estratégia consiste em alimentar pessoas diferentes com histórias diferentes. 

Portanto, quando essas informações aparecem, você pode identificar quem passou a informação e quem a recebeu.

Vejam mais em: http://www.thomaswictor.com/leakers-beware/

Já é conhecimento de todos que a espionagem massiva de cidadãos americanos se tornou incontrolável durante a administração Obama. A campanha de Trump estava sendo espionada. Todos nela sabiam disso.

Flynn, então, sabia que suas ligações para os Russos estavam sendo escutadas? 

SIM! E isso é parte importante da operação.

Em fevereiro de 2016, após a demissão de Flynn, Trump deu uma coletiva na qual afirmou: "Os vazamentos são reais, mas as notícias são falsas"






Onde quero chegar com isso?

Trump pode usar os vazamentos para fazer a mídia dançar conforme sua música. Ele alimenta os vazadores com notícias falsas, que as passam para a imprensa, que fica cada vez mais desacreditada. 

Bannon, estrategista chefe da Casa Branca, disse durante a campanha, que o objetivo era tornar a grande mídia obsoleta em 2 anos.

Está dentro do prazo . Língua

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Agora, a mídia acha que Trump é um louco, ajudado por russos e posta qualquer coisa que possa comprometer a administração, não se importando mais em fazer jornalismo, checar os fatos, apenas em derrubar Trump (Lembram da pessoa do Washington Post que viu um memorando de Comey?).

Comey? Onde ele entra?

o ex-diretor do FBI disse para a comissão de inteligência do congresso, em março, que não havia NENHUMA evidência de conluio da campanha de Trump com os russos. Ainda declarou que NÃO houve tentativa de obstrução de justiça.

Mas qual o motivo da demissão de Comey?

Quando o FBI inicia uma operação de inteligência, ele tem de notificar a comissão de inteligência do congresso. 

Quando Comey iniciou a operação, em julho de 2016, para grampear e investigar qualquer envolvimento de Russos na campanha de Trump, ele NÃO notificou o congresso. APENAS, os membros obamistas da casa Branca: Susan Rice, James Clapper e Sally Yates. Aliás, guardem esses nomes. Possivelmente serão indiciados por espionar Trump.

Ou seja: Comey não cumpriu o procedimento durante quase um ano, só notificando o congresso de suas ações em março de 2017.

Agora, olhem esse tuíte de Donald Trump. 

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Se Comey descumpriu regras básicas para um diretor do FBI, e PERMITIU que um candidato a presidência fosse monitorado sem notificar o congresso, deveria ser consenso BIPARTIDÁRIO a demissão do mesmo, certo?

Para o partido democrata, não. Pois TUDO que Trump fizer, disser, PENSAR, estará errado. Essa é a narrativa do partido democrata. E por isso ele já está morto.


Tudo indica que nas próximas semanas teremos informações novas e importantes sobre o assunto Trump-Russia-FBI. Comey foi convocado para falar no congresso. E podem esperar MAIS uma narrativa da mídia morrendo.

Espero ter sido claro e o menos confuso possível nesse tópico para vocês. Pretendo fazer outro sobre minha visão de como a política externa de Trump tem funcionado. E, futuramente, outro sobre a fenomenal equipe econômica do presidente Trump.

Me sigam no twitter: @onlycovfefe
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#2
A mídia é um verdadeiro problema para muita gente, e a brasileira não escapa. É lamentável que isso ocorra, mas é a realidade, por isso agradeço que pelo menos um líder (Trump), está fazendo algo contra isso. Parabéns para ele.
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#3
É impressionante como toda a grande mídia defende o Partido Democrata e ataca o Trump, tanto lá nos EUA como no Brasil.  Isso é uma coisa inédita na história.  A mídia sempre costumou defender o presidente dos EUA, e mesmo que houvesse alguma crítica, ela nunca chegava nem perto destes níveis de histeria atuais.  Isso se dá porque a mídia é neoliberal na área econômica e "progressista" na área social.  Enquanto que o Trump tem um perfil mais conservador na área social, e também não é completamente neoliberal, pois ele aplica políticas protecionistas.  (A princípio acho que todo governo deve ser protecionista sim, e defender os interesses de seu próprio país.  Mas os EUA não deveriam ter este direito, porque eles vivem explorando a economia alheia dos outros países.)

É a mesma lógica pela qual a mídia brasileira ataca ferozmente tanto o Bolsonaro quanto o PT ao mesmo tempo.  Eles não gostam do Bolsonaro por ele ser conservador, e atacam o PT por achá-lo socialista demais.  Os políticos ideais para a nossa mídia são pessoas como o Dória e o Aécio Neves.

Mas eu concordo que seria bom que a grande mídia entrasse em decadência.  Se for para termos uma mídia capitalista, que pelo menos ela seja o menos monopolizada possível.  Hoje em dia que temos internet, a monopolização deu uma diminuída significativa.  Porém, os sites mais famosos de notícias, na maioria das vezes, continuam sendo dos mesmos veículos da mídia tradicional (Globo, Veja, CNN, BBC, etc.), e continuam sendo tão manipuladores quanto sempre foram.

Mas os conservadores de direita só reclamam tanto assim da mídia porque ela não atende mais aos seus interesses.  As coisas não eram assim há algumas décadas atrás.  Até mesmo hoje em dia, pode-se ver, por exemplo, que as pessoas que estão reclamando da Globo e da revista Veja neste mês, por fazerem aquelas matérias (nojentas, é verdade) de apologia à pedofilia e a crianças transexuais são as mesmas pessoas que as apoiavam no ano passado, quando as 2 contribuíram massivamente para que a Dilma sofresse um impeachment.

(20-05-2017, 12:58 PM)OhackerRusso Escreveu: Trump passou a dar declarações em que dizia que a OTAN era magnífica e uma parte importante para a sobrevivência da civilização ocidental (o que realmente é).

Nunca gostei deste termo, "civilização ocidental".  Inclusive porque ele é muito vago.  Israel supostamente faz parte da tal "civilização ocidental", mesmo ficando no Oriente Médio.  Já Cuba, por ser comunista, não faria parte, mesmo ficando no continente americano.  O Brasil, pelo que parece, é considerado como um membro apenas de vez em quando.  Agora que o Michel Temer está no poder, nós fazemos parte do "Ocidente".  Mas na época do PT, não estávamos qualificados para fazer parte do clube.  Na prática, quem gosta de usar este termo é quem defende os interesses dos países da OTAN acima de tudo (e que há 2 mil anos atrás estaria defendendo o Império Romano).

Citação:Trump atacou a China milhares de vezes durante sua campanha. Após a eleição, a China não manipulou mais a sua moeda e passou a cooperar com os americanos na Coréia do Norte. Além disso, pela primeira vez na história foi contra a Rússia no conselho de segurança da ONU, após os ataques químicos do governo de Assad.

A China controla o valor do yuan, e não há nenhum problema nisso.  Nem houve nenhuma mudança por parte dela na política monetária recentemente.  Os EUA é que são o país que mais manipula o mercado internacional, já que o dólar é considerado como a moeda de troca padrão (coisa que eu torço para que mude em breve).  Deixar o valor do dólar flutuando ao sabor dos especuladores financeiros como o Brasil faz, isso sim é que é problemático.  

E a China não coopera com os EUA na questão sobre a Coreia do Norte, ela apenas se esforça para evitar que algum conflito armado acabe acontecendo.  Além disto, ela também não votou contra a Rússia no Conselho de Segurança da ONU, até porque nada comprova que os ataques químicos tenham sido realizados pelo governo do Assad.  É muito mais provável que eles tenham sido efetuados por algum grupo terrorista.

Citação:Já é conhecimento de todos que a espionagem massiva de cidadãos americanos se tornou incontrolável durante a administração Obama.

O governo dos EUA espiona os próprios cidadãos pelo menos desde a década de 1970.  Mas foi a partir do governo do George W. Bush que a espionagem aumentou bastante de intensidade.  Eles aproveitaram os ataques terroristas de 11 de setembro e usaram a "Guerra contra o Terror" como desculpa.  O governo do Obama apenas deu continuação a esta política.
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